Grupo 2021/22 inicia a 17 Outubro

A catequese de adultos irá iniciar a 17 de Outubro de 2021, em regime presencial. Está aberta a maiores de 18 anos (sem limite de idade) e divide-se em 2 grupos:

– Grupo de PREPARAÇÃO para os Sacramentos da Iniciação Cristã (Batismo, Comunhão ou Crisma).

– Grupo de FORMAÇÃO e aprofundamento da fé cristã para adultos já crismados.

A reunião é semanal desde meados de Outubro até ao final de Junho. Habitualmente é ao Domingo às 11h da manhã, mas há a possibilidade de abrir outro horário à semana consoante o número de interessados.

Venha experimentar sem compromisso! Inscreva-se ou contacte-nos neste LINK.

Crisma na Areosa – 26 Junho 2021

No passado dia 26 de Junho de 2021 teve lugar na Igreja da Areosa a cerimónia do Crisma de 40 jovens e adultos da nossa paróquia tendo sido presidida pelo senhor bispo do Porto, D.Manuel Linda. O grupo de adultos esteve presente com 12 adultos preparados desde 2019/20 (que devido à pandemia não puderam ser crismados em 2020) e mais 6 adultos preparados em 2020/21.

Ano 2020/21

Iniciamos as sessões de catequese para adultos no passado dia 18 de Outubro de 2020 .

Devido à pandemia que atravessamos a cerimónia do Crisma de 2020 não pôde realizar-se. A pedido do pároco, o Bispo do Porto virá celebrar o Crisma à Areosa no próximo dia 7 de Março de 2021 pelas 15h30, para o grupo que vem do ano transato.

Este grupo aceitou continuar a caminhada de preparação e iremos reunir-nos presencialmente até à cerimónia, nos 18 Domingos que faltam (com as devidas interrupções de férias).

O programa a seguir será o do livro “GPS da Vida Cristã”. Deixamos aqui o resumo do programa que assenta em “4 pernas como numa cadeira” que dão resposta à pergunta “O que é ser Cristão?”.

  1. Relação pessoal com Deus
  2. Coerência e Testemunho
  3. Doutrina
  4. Comunidade (Igreja)

Deixamos aqui, para consulta, o PDF com conteúdo do livro total:

e por capítulos:

Uma nota final para comunicar que as novas inscrições deste novo ano letivo, formarão um novo grupo que se reunirá presencialmente noutra sala, dando cumprimento ao rácio de numero de pessoas por sala e a todas as medidas de segurança sanitária exigidas. Para este novo grupo está programada a celebração do Crisma na Sé do Porto no início de Julho de 2021.

Sessão 32 – 21 jun

Resumo feito pela Susana Andrade, a quem agradecemos.

«A Ordem e o Matrimónio são os dois sacramentos chamados de “Serviço à comunidade”. E porquê o Matrimónio?

Neste sacramento somos chamados a constituir uma comunidade de amor, uma família, através da aliança de amor entre um homem e uma mulher e nela colaborar com Deus na obra da criação. A criação de uma família é a base, as pessoas educam-se na fé!

A constituição de uma família, é o chamamento de Deus a realizar uma missão. Uma missão onde, a célula base de constituir uma família nos faz crescer na Sociedade.

MT 25,14-30 – “… a todo aquele que tem, será dado mais, e terá abundância. Mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado…”

Deus quer ajudar o casal. Só que espera que o deixemos ajudar. O casamento Católico é um compromisso com Deus, mas o benefício desse compromisso é maior, é uma bênção de Deus.

MT 19, 3-9 – “Que não separe o homem o que Deus uniu”.

E quem celebra o matrimonio? São os noivos. Eles é que se entregam e recebem mutuamente e por isso são eles os ministros do próprio casamento. O sacerdote é testemunha. 

Este Sacramento leva-nos ao cerne do designo de Deus, um desígnio de comunhão. “Os dois serão uma só carne” (GN 1, 27; 2,24)

O importante, diz o nosso Papa “é manter viva a união com Deus, quando a família reza, o vínculo mantém-se. E o segredo é que o Amor é mais forte do que um momento de litígio, e é por isso que o Santo Padre Francisco nos aconselha: “Não deixes que termine o dia em que discutistes, sem fazer as pazes. Sempre!”

O que é então o casamento?

É um compromisso entre o homem e a mulher, que tem como aspetos fundamentais:

1 – Ser Uno (Monogâmico)

2 – Indissolúvel (vou amar aquela mulher/homem especificamente, para o resto da vida. Para sempre!)

3 – Fecunda (aceito a graça de ter os filhos que Deus quer)

4 – Fiel (amar e ser fiel. “Amar-se mutuamente na fidelidade.”)

Se houver a aceitação destes pressupostos de ambos os esposos de livre e espontânea vontade então não é então possível o divórcio, pois trata-se dum compromisso válido celebrado diante de Deus.

Há casos em que estas condições não foram cumpridas e então não falamos de um divórcio, mas sim de nulidade do casamento porque que não chegou a ser um “verdadeiro compromisso”.

Esses casos requerem a averiguação por um tribunal eclesiástico que fará uma investigação acerca das razões pelas quais se pode invocar a nulidade do matrimónio na sua origem. Sendo declarado nulo, os intervenientes estão aptos para contrair Matrimónio numa outra relação.”

Contudo segundo o Papa Francisco há algo que contribui muito para a vida matrimonial. Trata-se de 3 palavras, que devem existir sempre em casa: Com licença, obrigado e desculpa.

Com três palavras mágicas, a oração e fazer as pazes sempre o Matrimonio irá em frente!»

Sessão 31 – 14 Jun

Resumo feito pelo Hugo Graça, a quem agradecemos.

«Na nossa última secção concluímos a discussão sobre o Sacramento da Reconciliação e abordamos ainda o Sacramento da Unção dos Enfermos.

Reconciliação (continuação)

Para confessar um pecado, o mais importante é que o pecador se sinta arrependido do mal que fez e que tenha fé no Amor de Deus e na Sua Misericórdia. O sacramento da Reconciliação está reservado aos Sacerdotes e Bispos e, em resumo, pode-se dizer que há 5 passos:

  1. Exame de consciência– avaliar a relação: Eu + Deus; Eu + Próximo e Eu + Eu;
  2. Arrependimento– reconhecer e arrepender-se das vezes que deixamos de fazer a vontade de Deus(pecar);
  3. Acusação dos pecados – Reconhecer e confessar o pecado ao Sacerdote (representante de Jesus Cristo);
  4. Absolvição– Depois de verificar o arrependimento de quem confessou o sacerdote dá a absolvição em nome de Jesus;
  5. Penitência e satisfação– O sacerdote dá a pessoa que confessa uma tarefa que vai ajudá-lo a lembrar do compromisso que fez e pagar, com amor, o mal que fez. Atualmente tem caráter simbólico.

Além de ficarmos absolvidos (os nossos pecados perdoados) e recuperar a inteira amizade com Deus, o sacramento da Reconciliação dá-nos forças para resistir às tentações e para a nossa conversão (mudança de vida).

Unção dos Enfermos ou Santa Unção

A Unção dos Enfermos ou Santa Unção (no passado: Extrema Unção) é um dos sacramentos da Cura, que que nos permite ver concretamente a compaixão de Deus pelo homem.

A Unção dos enfermos foi instituído pelo próprio Jesus Cristo que nos ensinou a recorrer à nossa fé, para o encontro do remédio e solução para o nosso sofrimento. Foi atestado por São Tiago: “Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor. E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoadosTiago 5, 14-15

Este sacramento, assim como os outros, exige a fé por parte do doente para que tenha efeito, ou seja, o doente deve acreditar que Jesus Cristo o vai ajudar no seu sofrimento e perdoar os seus pecados. Importa realçar que trata-se de um sacramento de doentes e não apenas de pessoas à beira da morte, querendo isto dizer que o sacramento se destina a ajudar o doente a vencer o sofrimento, permite-o aproximar-se de Deus, e Nele, encontrar a coragem para encarar e aceitar a sua doença, podendo encontrar a cura e ser perdoado dos seus pecados.

A celebração deste sacramento é feita pelos padres/bispos e passa por: Saudação inicial, Ato Penitencial; Leitura do Evangelho; Oração dos fiéis; Oração sobre o óleo; Sagrada Unção na testa e mão do doente (enquanto o Sacerdote diz: “Por esta Santa Unção e pela Sua piíssima misericórdia, o Senhor venha em teu auxílio com a graça do Espírito Santo para que, liberto dos teus pecados, Ele te salve e, na Sua Bondade, alivie os teus sofrimentos”); Oração depois da unção e termina com um Pai Nosso e bênção final.

O sinal deste sacramento está na Unção com óleo (benzido pelo Bispo) e nas palavras pronunciadas pelo Padre/bispo durante o ato.

A Unção dos enfermos é o sacramento da salvação da alma e do corpo, isto porque perdoa os pecados e, quando é da vontade de Deus, faz voltar a saúde. Ajuda o doente a entregar-se com confiança nas mãos de Deus e aceitar o seu sofrimento.

Vale relembrar que a unção dos enfermos é uma verdadeira ajuda e não um anúncio de morte e pode ser ministrado mais do que uma vez, sempre que surja uma nova situação de doença grave ou prolongada.»

Sessão 30 – 7 Jun

Resumo feito pela Elsa Mendes, a quem agradecemos.

«Provavelmente a catequese mais discutida em que estive presente foi esta sobre a Reconciliação.

Reconciliar significa restabelecer a amizade com alguém ou, usando um termo mais popular, “fazer as pazes com alguém”.

Pelo Batismo renascemos para a Vida Divina que se mantém em nós desde que os nossos atos sejam compatíveis com essa Vida Divina. A relação entre Deus e o Homem iniciada pelo batismo é, por vezes, quebrada, ou seja perdemos o estado de graça.

A Reconciliação, (também chamada Confissão ou Penitencia), é o sacramento pelo qual somos “curados” do mal que cometemos e readquirimos a Vida Divina. Por isto se diz que a Reconciliação pertence ao conjunto dos sacramentos chamados da cura.

O Pecado é um afastamento de Deus. E que pode assumir várias formas. Há pecados individuais que são da responsabilidade de cada um e pecados coletivos que são da responsabilidade de uma sociedade.

O pecado além de nos afetar a nós também afeta a comunidade da Igreja, pois somos um só corpo em Cristo. Uma analogia: quando temos uma parte do corpo doente, todo o corpo se ressente.

Podemos pecar por pensamentos, palavras, atos e omissões.

O pecado pode ser leve, a que se chama venial. Nesse caso não se perde a ligação com Deus, mas fica enfraquecida.

O pecado pode ser grave, a que se chama mortal. Para existir pecado mortal tem de coexistir 2 condições: haver matéria grave e ter pleno consentimento. Neste caso a nossa alma fica separada Deus, ficamos privados da graça de Deus.

Devemo-nos confessar pelo menos uma vez por ano, ou sempre que tenhamos um pecado mortal. Podemos escolher o sacerdote e o local que mais nos convier.

No Sacramento da Reconciliação há cinco momentos importantes a considerar:

1.Exame de consciência; 2. Arrependimento; 3. Acusação dos pecados; 4. Absolvição (gesto sacramental); 5. Penitencia (satisfação de obra)

A Reconciliação aparece muitas vezes nos livros sagrados, dos quais se pode destacar 2 momentos:

Quando Jesus entrega a Pedro e os apóstolos o poder de perdoar os pecados (Mt 16, 18-19 + Jo 20, 19-23).

A Parábola do filho pródigo (Lc 15, 11-32) que espelha muito bem a  Misericórdia de Deus para com todos nós.»

Sessão 28 – 24 Mai

Resumo feito pela Sónia Meireles, a quem agradecemos.

«Nesta sessão foi abordado o Sacramento do Crisma.

“(…) o grande Dom que dá sentido a todos os outros é o Amor. Este é o maior presente do Espírito. Todos os dons que o Espírito Santo concede têm valor à medida que são feitos por amor e no amor”.

O que é o Crisma? Este sacramento também é conhecido por “Sacramento da Confirmação” porque, um dos sinais que nele se usa é a unção com o óleo do crisma. Neste sacramento, celebramos o crescimento e desenvolvimento da Fé desde o batismo tornamo-nos cristãos adultos, “soldados de Cristo”, ao recebermos o Espirito Santo.  Aquele que recebe o Espirito Santo como Dom assume o compromisso de fazer a vontade de Deus até ás ultimas consequências.

Espirito Santo– Figura central do sacramento da Confirmação.

Dom do Espirito Santo : Sabedoria, Entendimento, Ciência, Conselho, Fortaleza, Piedade, Temor a Deus.

Idade para a Confirmação– Não existe idade mas, maturidade espiritual. Capacidade de viver para Deus, no Espírito.

Gestos principais do Sacramento da Confirmação:

  1. Imposição das mãos (significa uma bênção, libertação ou salvação e por ele se transmite o Espírito Santo);
  2. Crismação (unção com óleo que significa força, resistência);
  3. Sinal da Cruz (a unção c/ óleo do crisma e feita na testa do confirmando na forma do sinal da cruz. Como se fosse o carimbo que fica para sempre na alma);

Os padrinhos? Há um padrinho/madrinha que exerce o papel de testemunha.

Ritual da Confirmação:

  • Este sacramento é administrado pelo Bispo, ou por um sacerdote delegado pelo Bispo.
  • Durante uma Eucaristia ou Missa.
  • Renovação das promessas do Batismo e renuncia ao pecado.
  • Imposição das mãos e oração.
  • Crismação. ( realizado individualmente)

Podem aprofundar este tema no nosso guia para os Sacramentos e nas Catequeses do Papa, nos links abaixo.

Sessão 27 – 17 Mai

Resumo feito por Daniela Cruz, a quem agradecemos.

«Na última sessão, abordamos o primeiro Sacramento da Iniciação Cristã, o Baptismo.

Previamente, o que é um Sacramento? “É um encontro pessoal com Jesus Cristo que através dum Sinal nos dá a sua Graça (Auxílio; Perdão; Força; Amor)”.

E o Baptismo? É o primeiro dos Sacramentos da Iniciação Cristã, sendo a porta de entrada na Igreja. A palavra tem origem grega e significa mergulhar repetidamente em água. O Baptismo representa a nossa união com Cristo e simboliza o renascimento para uma nova vida, purificada do pecado. “Em virtude do Baptismo nós tornamo-nos discípulos missionários, chamados a levar o Evangelho ao mundo (cf. Exortação Apostólica Evangelii gaudium, 120)”.

O papel dos Padrinhos (sobretudo no Baptismo das crianças):

O(A) Padrinho/Madrinha têm uma papel muito importante na vida do seu afilhado, pois cabe a estes guia-lo ao longo da sua vida a se encontrar com a sua fé e com Deus. Cabe a estes também e aos pais integra-los na comunidade Cristã e a ensinar-lhes a rezar como Jesus nos ensinou.

Sinais Sacramentais do Baptismo:

Água: É o sinal principal. Simboliza a nova vida e a purificação (morrer para o pecado e renascer para uma nova vida).

Vela / Luz : A Luz de Cristo Ressuscitado (Círio Pascal) que ao acender a vela do baptizado representa a sua união com Jesus Cristo. O baptizado é um iluminado pela Luz de Cristo para saber distinguir o mal (trevas) do bem (luz).

Óleo : Significa a força para lutar e resistir ao pecado (óleo dos catecúmenos) e a escolha para a missão (Profeta, Sacerdote, Pastor/Rei) que lhe é conferida (óleo do crisma). O seu odor significa também o Espírito Santo que é o espírito de Jesus de Nazaré e que passa a inundar o baptizado.

Veste branca: Significa paz, vitória sobre o mal e a pureza (limpo do pecado) que deve conservar pela vida fora.

Efeitos do Baptismo (Graça sacramental):

Pelo Baptismo aderimos a Deus renunciando ao pecado e declarando a nossa Fé em Jesus Cristo. Deus pela sua misericórdia e Amor liberta-nos de todos os nossos pecados e nos dará forças para manter esse estado de pureza pela vida fora.»

Podem aprofundar este tema no nosso guia para os Sacramentos e nas Catequeses do Papa, nos links abaixo.

Sessão 26 – 10 Mai

Esta semana continuamos com o Credo, nomeadamente as ultimas afirmações do Símbolo dos Apóstolos:

Creio na Comunhão dos Santos

Comunhão quer dizer “união” e “possibilidade de comunicação”. Os Santos são todos os que vivem unidos a Deus, na terra ou no Céu. Comunhão dos santos quer dizer que, tal como os ramos de uma árvore estão unidos entre si através do mesmo tronco, assim também todos aqueles que estão unidos a Deus estão unidos entre si como uma grande família, cujos laços permanecem mesmo para além da morte.

Por isso nós aqui na terra, Igreja militante , devemos através da oração zelar pelos nossos irmãos e também pelos que já faleceram, sobretudo o que padecem, a Igreja purgante no purgatório.

Por isso tem sentido dirigirmo-nos e invocarmos um santo (que já faz parte da Igreja triunfante no Céu) para que interceda por nós junto de Deus. Contudo devemos ter cuidado para trocarmos Jesus Cristo pelos santos. Os santos são dedos do corpo a apontar para Cristo, a Cabeça.

Maria tem, entre os santos, um papel e um lugar único, por causa da sua relação estreita com Jesus. Maria é o exemplo máximo de o que ser humano pode alcançar quando se abre a Deus. Por isso, recorremos a ela para que interceda por nós, “para que sejamos dignos da promessas de Cristo”.

Creio na Ressurreição e na Vida Eterna

«Tanto amou Deus o mundo, que lhe entregou o Seu Filho unigénito, a fim de que todo o que crê Nele não se perca mas tenha a vida eterna.» Jo 3,16

Jesus ensinou-nos claramente: existe vida depois da morte. (Mc 12,25; Jo 3,16; Jo 14,2; Lc 14, 15-24). Falou dela como uma grande festa na Casa do Pai para qual todos os homens estão convidados: o “Céu” ou Paraíso. Não é um sítio mas uma situação onde só há amor e comunhão. O Céu já começa aqui na terra mas nunca chega a atingir a sua forma completa. O Céu significa a plena realização pessoal de cada um, a sua felicidade, muito para além de tudo o que pudesse imaginar (1 Cor 2,9).

Mas não podemos afirmar que toda a gente vai necessariamente para o Céu, pois isso seria o mesmo que dizer que Deus obrigava todo e qualquer ser humano à eterna comunhão consigo, quer ele quisesse ou não. Se existe verdadeira liberdade, tem de existir a possibilidade deInferno. Ou seja, o contrário do Ceú: a situação de total ausência de amor e comunhão; no fundo é a solidão voluntária e absoluta. «Opta por aquele estado quem, em presença de Deus, vê claramente o amor e, apesar disso, não o aceita» (Youcat nº53).

A Igreja resume os Novíssimos, os últimos acontecimentos que afetarão cada indivíduo no fim de sua vida: Morte, Juízo, Inferno ou Paraíso. Assim, no final da nossa vida haverá um momento de clarificação: um juízo final , que será a decisão final pessoal pela comunhão (com Deus e os outros) ou de viver de costas voltadas para a comunhão. Deus é incondicionalmente a favor de cada homem e temos em Jesus o nosso Advogado de Defesa. Será possível alguém recusar o Ceú? Não sabemos. Mas podemos perguntar: se nesta vida recusamos a comunhão, busca-la-emos na outra? O mais importante é aproveitar a vida na terra para aprender a amar a Deus e aos outros, superando o nosso comodismo e egoísmo.

Pode acontecer que – no encontro definitivo com Deus – precisemos de mudar alguma coisa para poder participar nessa grande festa: purificar preconceitos e egoísmos, alargar a capacidade de amar. A essa purificação chamamos “purgatório”.

Podem ler mais sobre tema aqui (p.69 a 72) ou aqui (p.42 e 43)

Esta semana fizemos também a introdução aos Sacramentos. Podemos definir um Sacramento como «encontro pessoal com Jesus Cristo, que através de um Sinal visível, nos ifunde eficazmente a Graça de Deus”.

Sobre este tema convido-vos a ler a introdução do nosso guia para os Sacramentos, no link abaixo.

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